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Servidores aprovam contraproposta de reajuste salarial a ser apresentada à Prefeitura de Fortaleza

  • 11 de fev.
  • 2 min de leitura

Nesta segunda-feira, 9/2, ocorreu reunião da Mesa Central de Negociação, que é composta pela Prefeitura de Fortaleza, o Sindifort e outras entidades sindicais representativas dos servidores municipais, agrupadas nas frentes sindicais Fersep For e União Sindical. A reunião não avançou na pauta sobre o reajuste salarial das categorias do serviço público municipal e a Prefeitura manteve a proposta já apresentada, e recusada pelas entidades sindicais, de apenas repor a inflação do ano passado (IPCA de 4,26%) no vencimento base dos servidores. A reivindicação inicial dos sindicatos era de 12,24%, percentual que equivale às perdas salariais na gestão anterior e na atual.


Dia 10, em assembleia geral realizada na sede do Sindifort, os servidores reconheceram o empenho da Prefeitura em abrir as negociações, mas de novo recusaram a proposta do Executivo. Também na assembleia, foi aprovada uma contraproposta para tentar avançar na negociação, com os seguintes pontos:

  • Flexibilização do índice de reajuste salarial de 12,24% para 5,26%, retroativo a 1º de janeiro deste ano;

  • Aumento de R$ 3,00 no valor do vale alimentação, ficando o valor diário em R$ 20,00, retroativo a 1º de janeiro e aumento do teto para recebimento do mesmo para R$ 10 mil;

  • Definição de um calendário que contemple todas as categorias para a reestruturação dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCSs), ainda neste ano;

  • Assinatura do acordo dos anuênios até o mês de maio;Discutir o fim do limite das duas consultas mensais no IPM Saúde na próxima reunião da Mesa Central de Negociação, bem como o teto da contribuição previdenciária para aposentados;

Segundo o secretário geral do Sindifort, Augusto Monteiro, a posição dos servidores demonstra a boa vontade em chegar a um acordo. “Estamos abrindo mão de pontos importantes. Esperamos que o prefeito Evandro Leitão tenha sensibilidade e que possamos fechar essa negociação ainda no mês de fevereiro. Mas enquanto não chegarmos a um denominador comum, manteremos a mobilização e a denúncia”.


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